
A terceira edição do Crema Cultural movimentou os Arcos do Valongo, no Centro Histórico de Santos, reunindo conhecimento científico, cultura, empreendedorismo e diferentes perspectivas sobre a maconha.
O evento proporcionou ao público uma experiência educativa e cultural, marcada pela troca de informações, pelo contato com especialistas e pela diversidade de atividades.

Com uma programação diversificada de palestras e debates, o festival abriu espaço para discussões sobre saúde, uso terapêutico da cannabis, regulamentação, políticas públicas, sustentabilidade e os desafios que envolvem o tema no Brasil.
A participação de profissionais e pesquisadores de diferentes áreas contribuiu para ampliar o diálogo e estimular uma compreensão mais informada sobre os diversos aspectos da planta.

O público, formado por jovens, famílias, ativistas e pessoas interessadas no tema, também pôde aproveitar oficinas culturais e conhecer iniciativas apresentadas por diversos expositores ligados ao universo canábico.
A estrutura contou ainda com uma área gastronômica repleta de food trucks, criando um ambiente de convivência, integração e valorização da cultura.

Ao longo do dia, o Crema Cultural mostrou que o debate sobre a cannabis vai além das questões relacionadas à saúde e à legislação, abrangendo também educação, arte, economia e participação social. Já no período da noite, a programação ganhou um novo ritmo com diversos shows musicais, encerrando o evento em um clima de celebração, diversidade e integração entre os participantes.
Mais do que um encontro dedicado à cultura canábica, o Crema Cultural se destaca como um evento de educação, diálogo e expressão cultural.
A iniciativa demonstra como movimentos culturais podem contribuir para ampliar o acesso à informação, estimular o debate público e promover a convivência entre diferentes gerações e perspectivas sobre a maconha.







Texto e Fotos: Lucas Galante
