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Traficante procurado pela Interpol é preso em condomínio de luxo em Peruíbe

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Fábio Dias dos Santos, de 31 anos (Foto: Divulgação/PM)

O traficante internacional de drogas Fábio Dias dos Santos, de 31 anos, foi preso, neste último domingo (16), no condomínio fechado Bougainville IV, em Peruíbe. Ele era procurado pela Interpol por fazer parte de uma organização criminosa investigada pela Polícia Federal desde 2013, nas operações Hulk e Oversea, que tinha como foco o tráfico de drogas via Porto de Santos, no litoral de São Paulo, segundo informações do G1.

Neste domingo, durante uma operação, equipes da Força Tática receberam a informação que um traficante internacional estaria no condomínio fechado Bougainville IV,. chegando no local, encontraram o suspeito. Fábio confirmou ser procurado pela Justiça.

O traficante fazia parte de uma organização criminosa investigada pela Polícia Federal desde 2013, nas operações Hulk e Oversea, que tinham como foco o tráfico de drogas via Porto de Santos. Em 2015, sete acusados foram presos preventivamente. Os mandados foram solicitados pela PF e, com a concordância do Ministério Público Federal, foram emitidos pela Justiça.

Em agosto de 2015, a decisão da 5ª Vara Federal de Santos condenou, além de Fábio Dias dos Santos, André de Oliveira Macedo, o André do Rap, Leandro Teixeira de Andrade, do Portuga, Jefferson Moreira da Silva, o Dente e Luciano Hermenegildo Pereira. Apenas Portuga se encontrava preso. O juiz também pediu que os foragidos fossem incluídos na lista da Interpol.

Na residência onde estava Fabio, em Peruíbe, os policiais também encontraram documentos sobre os contêineres com drogas, inclusive, de alguns navios que estão para chegar no Porto de Santos. Ele foi levado, nesta segunda-feira (17), para a Polícia Federal, em Santos.

Esquema

As investigações começaram em maio de 2013. Segundo a Polícia Federal, a quadrilha usava contêineres para transportar cocaína pura do Porto de Santos para a Europa, África e Cuba. Ainda de acordo com a PF, a droga era colocada em mochilas e sacolas, que eram inseridas nos contêineres por funcionários particulares, sem o conhecimento dos donos das cargas ou dos navios. A droga seguia junto com um lacre clonado. No local de destino, membros da organização criminosa rompiam os lacres, recuperavam a cocaína e colocavam os lacres clonados, para não gerar suspeitas.

Fonte: G1

Fotos: Divulgação PM

Postagem: Lucas Galante

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