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Os 5 erros fatais na segurança de um condomínio residencial

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As pessoas compravam apartamentos, pois eram locais mais difíceis de serem assaltados, mas, nos últimos anos, vivenciamos quase que diariamente a divulgação de um novo assalto ou arrastão em condomínios. Mas por que esses assaltos correm tanto? Falha na estrutura, falta de cumprimento das normas de acesso e segurança, comportamento do morador, quadrilhas altamente especializadas? Neste caso, todas as alternativas estão corretas.

Alexandre Judkiewicz, Diretor de Operações Nacional do GRUPO GR enumerou 5 erros fatais na segurança de um condomínio. Confira abaixo:

1. Estrutura física

Antigamente prédios não tinham uma estrutura complexa para entrada e saída de moradores e prestadores de serviço. Em alguns bairros mais tradicionais das grandes capitais ainda é possível encontrar edifícios onde a portaria se resume a uma mesa no hall de entrada com um funcionário. Hoje, os modelos evoluíram e surgiram as guaritas (algumas delas blindadas) equipadas com monitores, controles de acesso e estrutura completa com banheiro e minicozinha para que o funcionário não deixe o local. Este é o modelo ideal de guarita, que deve estar posicionada a uma altura e distancia da rua para boa visualização e, se possível, estar inserida em um sistema de clausura. A guarita é o primeiro alvo de uma ação criminosa, por isso, caso ela não tenha uma estrutura correta, aumenta a chance de um condomínio ser assaltado.

2. Controle de acesso

Há quem pense que colocar uma clausura na portaria você já está realizando o controle de acesso. O controle de acesso vai muito além disso. Ele começa com as regras e normas estabelecidas pelo condomínio e se torna eficaz com treinamento do funcionário. Só deve ter acesso às dependências do condomínio, funcionários, moradores, e pessoas autorizadas por esses. No caso da garagem, antes de abrir o portão, o porteiro deve identificar o motorista e observar se não há risco de entrar alguém com atitudes suspeita.

3. Ausência de segurança eletrônica

Ao contrário do muitos imaginam investir em segurança eletrônica não é caro. O ideal é que um condomínio tenha cercas elétricas, iluminação adequada, portões eletrônicos, CFTV (Câmeras), alarmes e monitoramento 24h. Outros itens como biometria, são ótimos complementos, principalmente no controle de acesos. A segurança eletrônica deve fazer parte de um projeto de segurança patrimonial e as pessoas que o operam devem ser treinadas e aptas para atender e solucionar contratempos. Especificamente no GRUPO GR há uma área de segurança eletrônica que navega em todos os ambientes, realizando produtos customizados, entendendo a necessidade de cada negócio, adequando assim as necessidades dos clientes individualmente.

4. Funcionários despreparados

Qualquer funcionário despreparado traz preocupação, desconforto, situações embaraçosas e indesejadas. Os funcionários que trabalham para o condomínio devem estar aptos a cumprir sua função e devem se adequar as regras de segurança do local. Exemplos: um faxineiro (a), ao retirar o lixo, jamais deve deixar portões abertos; o porteiro, não deve deixar o posto de trabalho (por isso indicamos que a guarita deve ser um ambiente preparado); o segurança deve ser de uma equipe treinada e deve ficar alerta. Se seu condomínio optar por terceirizar esses serviços com uma empresa, certifique que a mesma cumpra todas as leis e realiza treinamentos e cursos periódicos com seus colaboradores.

5. Moradores

Parte chave de um projeto de segurança, pois quando uma quadrilha está apta a assaltar um condomínio, eles estudam muito o perfil do morador. Buscam em redes sociais, monitoram horários de entrada e saída, e qualquer deslize, é uma oportunidade para uma ação criminosa. A maioria das ocorrências que poderia ser evitadas, resultam do não cumprimento de normas e procedimentos de segurança ou de falhas cometidas pelos moradores e seus funcionários. Por isso, o morador também deve seguir as normas de segurança do condomínio, avisar ao porteiro quando espera alguma encomenda, visita de familiar ou prestador de serviço, e evitar expor sua rotina em redes sociais, principalmente quando vai viajar.

 

Sobre o GRUPO GR

O GRUPO GR é hoje uma das empresas mais consolidadas no setor de segurança privada e terceirização de serviços. Com 24 anos de atuação e presente em 12 Estados, o GRUPO GR tem um sistema rigoroso de treinamento (teórico, físico e comportamental) que envolve técnicas de aperfeiçoamento operacional, postura e comportamento, modernos conceitos, treinamento nas áreas de segurança, portaria, recepção e limpeza.

Seu principal objetivo está em oferecer soluções customizadas e integradas que aumentem a produtividade e reduzam custos. A empresa promove a capacitação e a reciclagem permanente de seus funcionários, também instruídos através de simulações variadas para solucionar uma tentativa de assalto ou invasão, situações atípicas como ocorrências e possíveis falhas na segurança (equipamentos e fator humano) e procedimentos em casos de emergência.

Além disso, conta também com serviços de Segurança Eletrônica, sempre atenta às novas tecnologias de prevenção e proteção de pessoas e patrimônios.

Com mais de 1.100 clientes ativos e milhares de colaboradores, o GRUPO GR é referência em seu setor de atuação, atendendo com eficácia condomínios (residenciais e comerciais), indústrias, hospitais, shopping centers, instituições de ensino, sites logísticos, redes de lojas, construtoras, facilities e empresas de diversos portes e segmentos.

Em 2015, o GRUPO GR conquistou o Top of Mind de RH e, em 2016, conquistou a Certificação de MELHORES EMPRESAS EM SATISFAÇÃO DO CLIENTE.

Postagem: Lucas Galante

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