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Pesquisa de medicamentos do Procon-SP revela diferença de até 1207,34% no interior paulista

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A conclusão é da pesquisa realizada pelos Núcleos Regionais da Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, em 98 farmácias e drogarias de 12 cidades do interior paulista. O medicamento genérico Nimesulida, 100 mg, 12 comprimidos, foi encontrado em um estabelecimento da cidade de Campinas por R$ 1,77 e em outro, R$ 23,14. A diferença é de 1207,34%, R$ 12,46 em valor absoluto.

Entre os medicamentos de referência, a maior variação também foi em Campinas. O Amoxil (Amoxicilina), 500 mg, 21 cápsulas, da Glaxosmithkline, apresentou variação de 373,17%. O custo variou entre R$ 15,47 e R$ 73,20.

A média dos preços dos genéricos em comparação aos de referência, nos municípios paulistas, teve a maior diferença, 55,86%, detectada em Jundiaí. A menor diferença foi encontrada em São José do Rio Preto, 50,18%.

Confira a pesquisa completa clicando na cidade: Bauru, Campinas, Jaú, Jundiaí, Praia Grande, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Vicente e Sorocaba.

A pesquisa, realizada em maio, contou com a participação dos Procons municipais de Campinas, Jundiaí, Santos, São Vicente e Praia Grande.

Na Capital

Na cidade de São Paulo, a maior diferença encontrada foi 1201,13% entre os genéricos e de 348,35% entre os medicamentos de referência. Em média, os medicamentos genéricos são 57,74% mais baratos do que os de referência. Confira a pesquisa completa na capital paulista clicando aqui.

A pesquisa foi realizada em maio e envolveu 15 redes de drogarias de médio e grande porte, distribuídas pelas cinco regiões do município de São Paulo, onde foram pesquisados 68 medicamentos, sendo 34 de referência e 34 genéricos.

Dicas do Procon-SP para compra de medicamentos

Antes de pesquisar os preços é importante que o consumidor consulte a lista de Preços Máximos (PMC) dos medicamentos disponível no site da Anvisa ( www.anvisa.gov.br). A consulta também poderá ser efetuada nas listas de preços que devem estar disponíveis ao consumidor nas farmácias e drogarias.

No ato da compra o consumidor deve verificar se o prazo de validade, o número do lote e a data de fabricação que constam na caixa do medicamento são iguais aos marcados nas cartelas ou frascos. Além disso todo medicamento deve possuir o número de registro no Ministério da Saúde. A compra de medicamentos sempre deve ser prescrita pelo médico.

Fonte: Fundação Procon-SP (Assessoria de Comunicação)
Postagem: Lucas Galante

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