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“Aqui no camping os seres aparecem com frequência”

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Camping do Sossego é um local que talvez poucos conheçam ou tenham ouvido falar em Peruíbe. Fica perto da cachoeira do Paraíso, na Estação Ecológica Juréia-Itatins.

Um bar simples, com mesas de sinuca mostram a frente do camping que possui espaço para acampar e quartos para alojamento. 

Uma fonte confiável do jornal conheceu o Camping do Sossego pelo boato de que seres de outra dimensão apareciam no local. 

Quando comecei a bater palmas, saíram os cachorros que começaram a latir e vir até nós. Eu estava com o jornalista Márcio Ribeiro, juntos conhecemos dona Maria, uma senhora alta, branca, com vestido longo, querendo saber o que queríamos ali.

Ao nos identificarmos, ela começa a contar uma história tão impressionante que não demorou para os gravadores gravarem todas aquelas palavras.

“Eles protegem a gente aqui. Quem é do bem acaba voltando, quem vem para explorar e não for boa pessoa, eles acabam expulsando para nunca mais voltar”, dizendo sobre os exploradores que já foram no local.

Ela conta que os seres fazem contato com quem não tem medo deles, que precisa ficar uns dias antes sem comer carne vermelha, não beber bebida alcoólica, sendo que o contato só acontece dentro da mata.

Mostrando ser uma pessoa simples, porém lúcida no que estava falando. Maria confirma que eles fazem contato tanto no “mundo astral”, como também contato físico. 

“O cheiro deles é diferente, a cor, a forma, falam através da mente (telepatia), tudo é diferente da gente e é por isso que nós não aceitamos a existência deles. Queremos que eles sejam parecidos conosco, mas eles são muito mais evoluídos que nós”, explica.

Ela pede para o caseiro do camping mostrar o local que um homem antes morava  e que acreditava que existiam os seres. 

Entrando no mato, o caseiro vai relatando que já ouviu as árvores enormes balançando em noites que estavam sem vento. 

Entrando nos vestígios da casa abandonada, encontramos um piso com azulejo em forma de cruz, uma estrela de sete pontas e uma pintura branca feita em uma pedra gigantesca. Perto da ali, o caseiro mostra um espaço aberto de mata que o mato não cresce.

“Já passou vários anos e o mato aqui não cresce, pode ver por perto que está tudo mais de dois metros de altura e aqui não”

O estranho foi encontrar uma pedra em formato perfeitamente piramidal. Olhando ela de frente ia de encontro ao morro que chamam de “Olho de gato”, pois parece que tem um olho no meio dela.

Enquanto registrávamos com fotos e vídeos, nada de especial aconteceu, porém dona Maria fez o convite para voltarmos para acamparmos e tentar fazer algum tipo de contato.

Aguardem mais uma expedição especial do Jornal BEM-TE-VI
Quem quiser saber mais informações de como chegar no local ou opinar sobre a matéria, favor enviar e-mail para jornalbemtevi@hotmail.com.

Nota: Esta matéria foi publicada na Edição 22 do Jornal BEM-TE-VI
Texto: Lucas Galante

Fotos: Lucas Galante e Márcio Ribeiro

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