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Ufologia não é brincadeira!

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Para quem pensa que ufologia é algo ridículo, papo de doido, brincadeira de mal gosto, está totalmente enganado.

Ufologia é um ramo de pesquisa, no qual existem diversas formas de estudos. Por isso merece seriedade e respeito, como qualquer outra área que tem como finalidade buscar o conhecimento.

Peruíbe é uma região de grande concentração de mistérios que ufólogos dos mais diversos tipos e temas buscam explicar. Tanto que em maio, houve o 9º Encontro Ufológico na cidade, com participação de diversos ufólogos e mais de 500 pessoas que assistiram as palestras. O Jornal BEM-TE-VI gostaria de ter tido a oportunidade de fazer uma matéria mais abrangente sobre a ufologia em Peruíbe, relatando testemunhos de moradores e ter entrevistado mais especialistas no assunto. Entretanto, o intuito desta matéria é explicar primeiramente o que é ufologia e quais são suas diversidades.

Para isso,  entrevistei a Ufóloga Rosana Batareli, 47 anos que é moradora de Peruíbe. “A ufologia é dividida em três segmentos. A Casuística, a Exotérica e as Ciências Paralelas”, Segundo a Ufóloga, a ufologia Casuística trabalha com as ciências tradicionais, no qual relatam as histórias de
testemunhos com fotografias e filmagens.

“Se a ciência tradicional não der provas
cabíveis, a ufologia Casuística não admite que existam seres extraterrestres. Pois a nossa ciência (do ser humano) não tem tecnologia e assim não tem como mostrar que aquele fato é real”.

Outro ramo da ufologia é a Exotérica que na opinião de Rosana “mescla com tradições antigas, com a parte da consciência e conceitual que o
ser humano precisa mudar sua consciência para que possa estar fazendo contato com
seres de outras dimensões”. A fonte de pesquisa desta ufologia é a canalização. Ela
acredita que exista a troca telepática de informações, mas não trás provas concretas
que seja algo real.

Já a ufologia das Ciências Paralelas une os dois conceitos de trabalhar tanto colhendo informações e dados com a ciência tradicional, como com a questão da evolução da consciência para ter contato com seres superiores de outras
dimensões. “A grande diferença é que a nossa fonte de informação é a parceria com esses seres extraterrestres na forma física”.

Para ter uma ideia desta afirmação, mais de três mil pessoas que trabalham e estudam na área das ciências paralelas já tiveram contato com seres extraterrestres fisicamente. “Fica difícil dizer que todas essas pessoas tiveram uma histeria coletiva, em vários momentos do ano, em condições meteriológicas diferentes, em pontos diferentes do país e até no exterior”, explica a Ufóloga, caso alguém não acredite na afirmação dela. Vale lembrar que esses contatos são todos filmados e gravados a pedido dos próprios extraterrestres.

Não existe ainda faculdade de Ufologia e como explica Rosana, “Ufólogo é um pesquisador que se dedica a
estes estudos, por isso é um ramo da pesquisa e não uma ciência (concreta)”. Quem
sabe um dia seja por conta de tantos pesquisadores e ufólogos que já existem no
mundo.Nas próximas edições do jornal, iremos atrás dos testemunhos de Peruíbe. E claro quem quiser relatar algum testemunho para nós, basta entrar em contato.

Lucas Galante

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